Sucesso Internacional
Violão de 7 cordas

Com Jorge Cardoso, no dia da final do Festival de Choro
Samba e Cia, grupo com quem tocou entre 2003/20005
Com o parceiro Mamão e Camunguelo, no Bar Ernesto, no dia da final do Festival de Choro
http://www.universia.com.br/mobilidade/
A nossa atual Constituição Federal regula a liberdade de expressão e informação nos arts. 5° e 220. As principais disposições normativas são:
Art. 5°, IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
Art. 5°, IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Art. 5°, XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardo do sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;
Art. 220 - A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a. informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§1° - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5°, IV, V, X, XIII e XIV;
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Este blog respeita e exerce a Liberdade de Expressão.
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abraços
Nice Pinheiro

Instrumentos musicais típicos do choro brasileiro:
Violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro
Surgiu provavelmente em meados de 1870, no Rio de Janeiro, e nesse início era considerado apenas uma forma abrasileirada dos músicos da época tocarem os ritmos estrangeiros, que eram populares naquele tempo, como os europeus xote, valsa e principalmente polca, além dos africanos como o lundu. O flautista Joaquim Calado é considerado um dos criadores do Choro, ou pelo menos um dos principais colaboradores para a fixação do gênero, quando incorporou ao solo de flauta, dois violões e um cavaquinho, que improvisavam livremente em torno da melodia, uma característica do Choro moderno, que recebeu forte influência dos ritmos que no início eram somente interpretados, demorando algumas décadas para ser considerado um gênero musical.
Alguns dos chorões mais conhecidos são Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Valdir Azevedo, Jacob do Bandolim e Pixinguinha.
Fonte: Wikipédia

Curioso, o Sr. Café até se compadeceu por sua amada amiga, pois está nítida a dor e o vazio presente no EU de Duda. Ela, uma mulher tão especial e que busca ser cada vez mais perfeita, mantendo o equilíbrio entre as tradições antigas e os hábitos modernos, despida de preconceitos. Uma mulher rara, especial, que não deseja ser uma madame, que se submete a ser parcialmente mantida por um homem e, conseqüentemente, ter sua liberdade tolhida. Tamanha ousadia e dedicação infelizmente não a fazem ser plenamente feliz , porque sua vida afetiva anda anestesiada. Não por ser simplesmente uma escolha de permanecer solteira, mas por exigir qualidade , por almejar ter um relacionamento sincero e onde o compromisso não seja um problema , mas um desejo mútuo.

Cumplicidade e crescimento estão subentendidos , mas o Sr. Café sabe que o que Maria Eduarda almeja também é raro como ela, o que dificulta a conquista da sua felicidade plena. Sabemos que Duda vive uma fase linda , onde sua vida profissional está no caminho do auge desejado por ela. Sua maturidade como mulher e como pessoa está cada dia melhor.
O Sr. Café ousa dizer: tudo o que dependia dela foi praticamente feito, porém seu companheiro ideal parece que tomou chá de sumiço. Por onde andará este príncipe desaparecido? Será que está trancado numa torre, como Rapunzel?
Sr. Café sempre diz para Duda que o sofrimento vivido por ela , também é vivido por este homem tão especial e que anda pedindo pra ser resgatado e que vive a clamar por sua companheira que lhe completará. Sua esperança provavelmente também anda oscilando, afinal ele observa a vulgaridade e futilidade que muitas mulheres hoje em dia se submetem para não ficarem sem seu macho, rebaixando um relacionamento belo e singelo em algo animalesco e vulgar.
